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Lisboa Counselling
Barreiras à Comunicação I

Muitosdos problemas que chegam até mim, têm como principal causa a pouca (ou nenhuma)eficácia de comunicação. Creio que é importante, por exemplo, entendermos adiferença entre um conflito que é real e um conflito que é provocado por pobrecapacidade de comunicação, planeamento e criatividade.

Muitosdos nossos hábitos a nível de comunicação, são barreiras que  prejudicam os relacionamentos e, muitasvezes, impedem que aconteça o que desejávamos.

Amaior parte das barreiras que criamos, vão fazer com que a outra pessoa fique àdefesa e resista fortemente àquilo que queremos. Isto é inconsciente e está nabase de muitos desentendimentos.

Duranteas próximas três semanas vamos analisar três grupos de barreiras à comunicação,definidos por Thomas Gordon e a que ele chamou “The dirty dozen” dosdestruidores de comunicação.

Vamoscomeçar por analisar o primeiro grupo, que constitui a maior barreira àcomunicação:

Julgar os Outros

Todosnós temos uma tendência natural para julgar os outros, a qual podemos usar devárias formas.

1. Criticar

Éfazer uma avaliação negativa da outra pessoa. Para além de isto ser um hábitogeneralizado de todos nós, muitas pessoas pensam que, se não criticarem, osoutros nunca vão evoluir ou mudar.

Noentanto, podemos alcançar estes objectivos que parecem positivos, utilizandooutras estratégias mais eficazes e mais correctas.

2. Chamar nomes ou rotular

Rotularuma pessoa, mesmo que seja com um adjectivo positivo, restringe a nossa visão ecapacidade de análise, para além de, na maioria das vezes, ser bastanteprejudicial também para o alvo desse rótulo.

3. Diagnosticar

Éanalisar o que está por trás das atitudes ou comportamento do outro. É armar-seem psiquiatra amador. Pode ser algo tão simples como dizer: “Estás a fazerisso só para me irritar!”

Estemau hábito aumentou bastante depois do trabalho de Freud.

4. Elogiar interesseiramente

Estetipo de elogio é usado como uma forma de pressão, de manipulação; como umamaneira, mais ou menos camuflada, de controlar o comportamento do outro. Porexemplo dizer, em frente de outras pessoas: “Ana, és sempre tão prestávele habilidosa! Tenho a certeza que preferes fazer tu o bolo para a festa deamanhã!” na prática é forçar a Ana a fazer o tal bolo.

Éinteressante reparar na forma como as pessoas normalmente se defendem doelogio.

Gostavade te desafiar a, ao longo desta semana, dares especial atenção a este grupo debarreiras à comunicação — em ti e no outro. Tentares perceber o que estás afazer e o que precisas de mudar.

Sedesejares, deixa aqui o teu feedback.




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