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Lisboa Counselling
Barreiras à Comunicação III

Vamosesta semana entrar no terceiro grupo das barreiras à comunicação definidas porThomas Gordon.

Evitar as preocupações do outro

Esta tendência pode ser extremamente cruel, quandonão permite ao outro expressar-se num momento de dor. Pode usar várias formaspara se manifestar:

10.Desviar o assunto

Éprocurar sair de um assunto desconfortável ou que não lhe interessa. Por ex.”Vamos falar de qualquer coisa mais alegre.” Perante preocupaçõesreais e legítimas, como doença grave, morte de alguém querido, falta detrabalho, etc. bloqueia a pessoa e torna-lhe mais difícil encontrar um caminhode saída da sua dor. Em situações em que na realidade não há um grandesofrimento mas apenas uma manifestação do “coitado de mim” (que osportugueses tanto gostam) também não tem um resultado muito positivo, uma vezque não ajuda a pessoa a mudar o foco, a entrar num padrão de pensamento e dediscurso mais saudável. O que acontece é que normalmente essa pessoa vaiprocurar outra “vítima” para os seus queixumes.

11. Argumentar pela lógica, pelosfactos, sem ter em conta os factores emocionais.

Seseguirmos apenas pela lógica, parece que podemos resolver alguns problemas maisdepressa. Por exemplo, se uma pessoa já morreu, já não há nada a fazer,”temos é que seguir em frente”. Mas nós, humanos, somos seresemocionais, quer queiramos quer não. E se não temos em conta as emoções e nãolhes permitimos sarar, ser dirigidas de forma construtiva, etc. elas vãosimplesmente ficar bloqueadas, escondidas, acabando por se manifestar mais tardede formas pouco agradáveis, como ataques de pânico, burnout, etc.

12. Tranquilizar

Estaé a atitude que algumas pessoas tanto gostam de que “Deixa lá, vai corrertudo bem.” Será que vai? Muitas vezes é óbvio que não vai correr nada bem!

Estaatitude só quer que o outro pare de ter aquelas emoções negativas. No entanto,não ajuda a lidar com essas emoções e muito menos a procurar uma solução para oproblema.

Comunicaré algo que tem pelo menos dois participantes e cada um deles é importante nacomunicação e no relacionamento. Mesmo dirigir uma conversa, em situações deliderança, por exemplo, não significa (de todo!) anular os outros ou impedi-losde manifestarem livremente as suas opiniões.

Convido-tea procurares analisar a tua forma de comunicação, entender quais as tuas tendências,a pensares como a podes melhorar.

Sequiseres, envia-me o teu feedback.

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