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Lisboa Counselling
1.Químicos e Bem-Estar Pessoal — Dor Crónica

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O título que escolhi para esta série de artigos pode parecer bastante estranho. Afinal, Counselling não usa medicação. Mas não usar, ou não receitar medicação, não significa que não estejamos conscientes de que o nosso corpo é composto por elementos químicos e que o equilíbrio químico é essencial para o nosso bem-estar.

Nós fomos criados com a capacidade de produzir os químicos de que necessitamos. Mas para fazermos isso, precisamos de determinadas condições. O empobrecimento de algumas dessas condições na nossa sociedade actual, através de um estilo de vida menos “ecológico” e, por isso, menos ligado a contextos e actividades que favoreciam a produção de muitos desses químicos, associado à facilidade com que hoje se consomem químicos de laboratório, foi fazendo com que o nosso organismo se desabituasse de produzir muitos dos químicos que nos são essenciais.

 

Os químicos na dor

Quando pensamos em dor, é natural pensarmos imediatamente em químicos. Os analgésicos são das coisas mais comuns, que qualquer pessoa tem em casa e usa sem restrições. A maioria das pessoas terá alguma noção dos efeitos negativos que esses analgésicos têm sobre o seu organismo, mas acreditam que essa é a única forma de se livrarem do incomodo da dor.

 

Não “sentir” a dor?

À primeira vista pode parecer ridícula a ideia de que seja possível não sentir a dor. No entanto, provavelmente já passaste por situações que implicariam dor física mas em que não a sentiste. Por exemplo, já podes ter verificado que estás com sangue na mão ou num braço e não tinhas sentido no momento em que fizeste esse corte. Porque estavas distraído ou focado em outra coisa.

Outra situação em que a sensibilidade à dor fica muito reduzida, é perante altos níveis de adrenalina. Numa situação de grande risco, muitas pessoas conseguem ajudar os que estão em perigo, não só usando uma força muito maior do que a sua força natural, como não sentindo a dor de ferimentos ou queimaduras que estejam a sofrer. E só no fim de acabar o perigo se apercebem dos seus próprios ferimentos.

 

Analgésico intencional

Os exemplos que eu referi, são situações não planeadas, em que reagimos quase num modo automático. No entanto, servem para verificarmos que é possível não sentirmos dor, mesmo em casos extremos.

E será que podemos usar essa capacidade de forma intencional, quando quisermos? Sem dúvida! Se o teu corpo consegue fazer algo de forma automática, também pode aprender a fazê-lo noutras ocasiões.

 

Dor física

Eu comecei por trabalhar este tema de produção intencional de químicos que reduzem a sensibilidade à dor, principalmente a nível de dor crónica. Muitas pessoas tomam analgésicos diariamente, como uma rotina, por causa de dores, a nível de coluna, de articulações ou mesmo dores para as quais os médicos não conseguem encontrar explicação (estas agravadas pela pressão e sentimentos de culpa de estar a sentir uma dor em que ninguém acredita).

No entanto, tenho alargado esse tipo de trabalho a dores mais pontuais, como dores menstruais ou enxaquecas, e mesmo a outras sensações desagradáveis como, por exemplo, uma excessiva sensibilidade ao frio.

 

Tal como a dor, outras sensações físicas desagradáveis ou simplesmente desconfortáveis, podem ser alteradas ou eliminadas. Nos próximos artigos vou estar a falar em outras áreas que são directamente afectadas pelos nossos níveis químicos (ou pelo seu desequilíbrio). No último artigo desta série irei falar acerca de como podes começar a produzir esses químicos que, na prática, são analgésicos ou antidepressivos naturais. Através deles, podes aumentar muito o teu bem-estar e qualidade de vida.

Fica atento!

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