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Lisboa Counselling
Terapia de Baixo Risco – 4
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“Porquê”, é a pergunta mais comum e insistente de quem está a enfrentar um problema grave. No entanto, esta pergunta não é dirigida à resolução do problema e pode até agravá-lo. Em counselling, “porquê” não é a pergunta certa, pelo menos numa fase inicial.

O percurso seguido em counselling é muito diferente do das outras abordagens da psicoterapia. Nestas, o objectivo é perceber o problema e, ao longo desse processo de analisar e compreender, espera-se que o problema vá melhorando. Em counselling, todo o trabalho feito tem como primeiro objectivo o alívio da situação e a resolução do problema; e é à medida que o problema vai sendo resolvido, que o vamos compreendendo em maior profundidade. O alvo principal não é perceber, mas resolver.

 

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À primeira vista, pode parecer que counselling é uma abordagem muito leve. Aliás, o meu lema é: “Quanto mais grave é um problema, mais leve precisa de ser a nossa abordagem”. Mas essa leveza não significa superficialidade ou facilitismo. Significa um enorme aumento tanto da estabilidade emocional como da perspicácia, que permite antever situações de risco e planear estratégias eficazes para lidar com elas, sem desabar emocionalmente. Em counselling, a pessoa desenvolve a capacidade de avaliar o risco que já pode correr em cada momento. No entanto, esses riscos são enfrentados de maneira consciente e informada, sabendo o que pode acontecer e como lidar com isso.

 

 

Uma ferramenta importante em relação a riscos, é aquilo a que chamo o “formato sanduiche” — quando um cliente vai enfrentar uma situação difícil, por exemplo num relacionamento, precisa de planear e preparar não só a estratégia a seguir na situação, mas também o antes e o depois. Uma situação muito difícil provoca um grande desgaste emocional, que pode levar a pessoa a desabar logo a seguir. Por isso, é importante planear uma estratégia de fortalecimento interior antes dessa situação, e outra logo a seguir. Desta forma, mesmo quando já está a enfrentar aspectos mais difíceis do seu problema, não corre o risco de soçobrar perante a sua gravidade.

 

É também necessário desenvolver um tipo de segurança que evite recaídas. Para isso, não podemos ignorar os riscos. O nosso cliente aprende a perceber quais os riscos que corre e a identificar os sinais, assim como estratégias específicas para sair desse risco. A tomada de consciência, planeamento e preparação são indispensáveis, mas é igualmente importante desenvolver a capacidade de não ficar lá, de não viver permanentemente com medo de que as coisas corram mal.

Tudo isto pode parecer muito complexo… é muita coisa a ter em conta, muitas capacidades a desenvolver. No entanto, estas capacidades são alcançadas e desenvolvidas não só com base em informação teórica mas, principalmente, através do treino acompanhado, passo a passo. Duas das características que mais se desenvolvem em counselling, são a estabilidade emocional e a destreza mental, que nos permitirão viver neste mundo louco, de forma mais equilibrada e com menos dor.

 

E com psicoses, counselling também trabalha?

Sim, sem dúvida. A maioria das pessoas diagnosticadas com esquizofrenia, bipolaridade, ou paranóia, por exemplo, não são pessoas “incapazes”. A medicação que estão a fazer, vai controlar os sintomas e, dessa forma, manter a pessoa estabilizada. No entanto, essa pessoa também pode aprender a lidar de forma mais eficaz com o seu problema. Através de orientação e treino específicos, pode desenvolver a capacidade de prever crises, usar estratégias e ferramentas eficazes para lidar com elas, desenvolver recursos SOS para situações em que vê que está a perder o controlo, etc. Mesmo alguém que está diagnosticado com psicose, pode aprender a ter uma vida positiva e saudável e a deixar de viver debaixo da constante pressão de ser uma criatura que tem que ser permanentemente “controlado” por outros e tratado como se fosse um deficiente.

 

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Com que tipo de situação estás a lutar?

Achas que o teu problema não pode ser resolvido? Sentes que é demasiado arriscado “mexer” nisso (muitas coisas estão em jogo… muitas coisas podem ficar pior)?

Acreditas que a tua vida “é mesmo assim”?

 

Counselling pode ajudar-te a olhar para as coisas através de uma perspectiva diferente e a ver percursos de mudança que nunca tinhas considerado.

 

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